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Sociedade e economia do "agronegócio" no Brasil

By: HEREDIA, Beatriz.
Contributor(s): PALMEIRA, Moacir | LEITE, Sérgio Pereira.
Material type: materialTypeLabelArticlePublisher: São Paulo : HUCITEC, jun. 2010Online resources: Acesso Revista Brasileira de Ciências Sociais 25, 74, p. 159-176Abstract: Este trabalho problematiza a concepção de agronegócio, em voga no meio rural brasileiro, tratando de compreender as relações sociais subjacentes a esse universo. Ao questionar a abordagem essencialmente produtivista aplicada para o registro das transformações operadas nas regiões entendidas como “modernas” ou, ainda, como “novas fronteiras agrícolas” do país, buscamos apreender com mais detalhes as relações que se estabelecem entre os que administram a produção agrícola e industrial e seus subordinados, mapeando a teia de relações sociais que atravessa o setor. No entanto, nossa preocupação foi mais ampla que a unidade agrícola ou a planta industrial: tratou-se de identificar/estudar o(s) conjunto(s) de posições e de oposições sociais que permitem ao chamado agronegócio existir como tal. Adicionalmente, interessounos, ainda, observar como tais posições se consolidaram (ou se opuseram) em relação a um conjunto de políticas públicas, setoriais ou não, que marcaram e continuam a definir a forma de intervenção do Estado nessas áreas, ainda que tais mecanismos de política tenham sido percebidos de forma diferenciada pelos diferentes grupos sociais e implementados a partir de estratégias governamentais não necessariamente sinérgicas.
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Este trabalho problematiza a concepção de agronegócio, em voga no meio rural brasileiro, tratando de compreender as relações sociais subjacentes a esse universo. Ao questionar a abordagem essencialmente produtivista aplicada para o registro das transformações operadas nas regiões entendidas como “modernas” ou, ainda, como “novas fronteiras agrícolas” do país, buscamos apreender com mais detalhes as relações que se estabelecem entre os que administram a produção agrícola e industrial e seus subordinados, mapeando a teia de relações sociais que atravessa o setor. No entanto, nossa preocupação foi mais ampla que a unidade agrícola ou a planta industrial: tratou-se de identificar/estudar o(s) conjunto(s) de posições e de oposições sociais que permitem ao chamado agronegócio existir como tal. Adicionalmente, interessounos, ainda, observar como tais posições se consolidaram (ou se opuseram) em relação a um conjunto de políticas públicas, setoriais ou não, que marcaram e continuam a definir a forma de intervenção do Estado nessas áreas, ainda que tais mecanismos de política tenham sido percebidos de forma diferenciada pelos diferentes grupos sociais e implementados a partir de estratégias governamentais não necessariamente sinérgicas.

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